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Situada a 66km do Rio de Janeiro, Petrópolis é uma ótima opção para aquele bate e volta na serra. Com aquele clima gostoso de cidade serrana e recheada de fatos e lugares históricos sobre a época do Brasil Imperial, a cidade possui muitos atrativos e é uma das mais famosas da região.

Petrópolis no inverno

Como toda e qualquer cidade da região serrana, é durante o inverno que a Cidade Imperial bomba. O clima mais ameno é uma ótima chamada para aqueles que procuram fugir da rotina passando um fim de semana por lá. Também é durante o inverno que ocorre a festa mais famosa da região: a Bauernfest, Festa do Colono Alemão. A festa enche a cidade de turistas em busca das boas cervejas artesanais. Nós ainda não estivemos por lá nessa época, mas com certeza está na nossa lista!

Catedral toda iluminada

Nosso fim de semana em Petrópolis

Resolvemos subir a serra em um sábado para curtir um fim de semana na cidade. Começamos nosso dia em Petrópolis tomando um café da manhã na Pavelka, já quase na entrada da cidade e bem do lado da Casa do Alemão. Por que escolhemos a Pavelka? Alguns amigos haviam indicado dizendo que os produtos de lá pareciam mais artesanais do que os da concorrente. Resolvemos testar o famoso pão com linguiça da casa e tivemos que concordar com eles. Gostamos mais da versão de lá.
Mas, Dhebora, cadê a foto? Pois é galera, falha nossa! Estávamos com tanta fome que não tiramos uma foto sequer do bichinho. Mas vocês podem entrar no site deles para dar uma olhada nas gostosuras que são vendidas por lá. E para quem mora no Rio de Janeiro, eles têm uma filial no Leblon.

A Cidade Imperial


1 – Catedral de São Pedro de Alcântra

Já bem alimentados, começamos o nosso passeio pelo centro histórico da cidade. Fomos conhecer a Catedral de São Pedro de Alcântara, conhecida como Catedral de Petrópolis e a principal da cidade. A catedral toda feita em estilo neogótico impressiona com sua beleza de detalhes, e o mais engraçado é que demorou anos para ficar pronta. Somente bem após o fim da monarquia que a obra terminou. Como uma boa cidade imperial, é lá que se encontra o mausoléu da família imperial com os restos mortais de Dom Pedro II, da sua esposa Imperatriz Tereza Cristina, da Princesa Isabel e do Conde d’Eu, seu marido.

Catedral de Petrópolis
Interior da Catedral
Mausoléu Imperial

2- Palácio de Cristal

Em seguida fomos até o Palácio de Cristal. O local foi construído em 1984 e teve como inspiração o Palácio de Cristal de Londres e o Palácio de Cristal do Porto. Sua estrutura pré montada veio da França e foi um presente do Conde d’Eu para a Princesa Isabel. Não se dá mais presentes assim nos dias de hoje, né, gente?
O Palácio tinha a finalidade de abrigar as famosas exposições agrícolas, de flores e de pássaros que a região costumava receber. Lá também era o local onde aconteciam alguns bailes da corte. Hoje em dia é tombado pelo patrimônio histórico e recebe inúmeros eventos como shows, exposições e eventos natalinos. É lá que ocorre a Bauernfest. Para maiores informações sobre horários de visitação e funcionamento deem uma olhada no site da Prefeitura da cidade.

Palácio de Cristal
Palácio de Cristal

3 – Casa de Santos Dumont

Seguimos para a casa de veraneio de Santos Dumont, a qual ele chamava carinhosamente de “A Encantada”.
O Museu Casa de Santos Dumont fica bem no Centro e tem sua entrada paga. O valor é de 8 reais a inteira (dezembro/2017) e você pode conferir o horário de funcionamento nesse site.
O local possui um acervo com objetos pessoais, cartas, mobílias, retratos e livros que contam a história do Pai da Aviação.

Museu Casa de Santos Dumont

4 – Palácio Rio Negro

Passeando pelas ruas da cidade, uma construção nos chamou atenção pela beleza de seus jardins e faixada. O Palácio Rio Negro foi construído em 1989 pelo Barão do Rio Negro, um produtor de café da época da monarquia. No ano de 1903 o local foi incorporado ao Governo Federal e se tornou residência oficial de verão dos presidentes da República. O fato interessante é que o local era mais utilizado quando o Rio de Janeiro era a capital do Brasil. Isso significa que desde que Brasília se tornou a capital do país quase não há mais a passagem de presidentes pelo palácio.

Palácio Rio Negro
Divando nos jardins do palácio
Um pouco da história

5 – Museu Imperial de Petrópolis

Nossa próxima parada foi a mais famosa de Petrópolis: O Museu Imperial.
Construído entre 1845 e 1862, o antigo Palácio Imperial foi a residência de verão da família imperial. A enorme casa com dois andares e 44 cômodos abrigava (facilmente, óbvio) os quatro membros da família: Dom Pedro II, Dona Teresa Cristina e sua duas filhas, Isabel e Leopoldina. Hoje em dia o Palácio Imperial funciona como um museu. O local conta a história do período monárquico e possui um enorme acervo de documentos, móveis, roupas, retratos, jóias – incluindo as coroas – entre outros itens da família real.

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Como é a visita?

Logo na entrada do Palácio é necessário calçar as famosas pantufas para transitar lá dentro. Também é necessário guardar sua bolsa no guarda-volumes. É nesse momento que recebemos a importante informação de que não é permitido fotografar dentro museu. E aí que não adianta nem você entrar com seu celularzinho no bolso para tentar tirar aquela foto escondidinha. O local é cheio de câmeras! E acredite se quiser, assim que você tira uma foto escondidinha vem um segurança do além e te pede pra deletar. Eu nem tentei, mas o que vi de gente passando por isso…
Para saber mais sobre valores de ingresso, horário de funcionamento e outros eventos, acesse o site oficial do Museu Imperial.

Entrada do Museu Imperial
Museu Imperial

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Carruagem exposta no anexo

Terminamos nosso sábado bebendo uma cervejinha e conhecendo a Cervejaria Bohemia.

Confira nosso post sobre nosso tour pela cervejaria aqui.

O dia seguinte era domingo e dia de ir embora. Aproveitamos para ver mais algumas coisinhas.
Mesmo sabendo que a maioria de suas lojas fecham no domingo, resolvemos dar um pulo rápido na Rua Teresa.
A rua é quase que um shopping a céu aberto. Possui 2 km de extensão com lojas vendendo vários tipos de roupa. Você vai encontrar grande variedade de jeans, roupas de frio, roupas sociais, infantis… Enfim, tem de tudo! Como nossa intenção não era fazer compras e havia muita loja fechada, andamos pouco por ali e nem tiramos fotos. Mas do pouco que vimos vale aquela dica máxima: pesquise sempre o preço! Existem lojas vendendo o mesmo produto com preços diferentes. No site da Associação da Rua Teresa é possível ver horário de funcionamento e lista de lojas.

A volta para casa…

De lá seguimos viagem de volta para casa, mas antes paramos em um outro ponto turístico famoso da cidade.
O Palácio Quitandinha foi construído em 1941 no intuito de ser o maior cassino da América do Sul. Quando o jogo foi proibido no Brasil, o local ficou funcionando somente como hotel. Porém, como o espaço era muito luxuoso, o custo de manutenção era extremamente alto. Os apartamentos foram vendidos e hoje em dia pertencem à particulares. Em 2007 o Sesc Rio passou a administrar a área social e administrativa do local (com exceção dos apartamentos), promovendo ações culturais por lá. Dizem que o local é lindo por dentro. Não tivemos tempo para fazer a visitação, mas também é possível ver horários e valores no site da Prefeitura de Petrópolis.

Palácio Quitandinha
Lago e pedalinho

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Autor

Carioca de nascimento. Educadora Física de profissão. Viajante de coração. Apaixonada pelas coisas simples da vida e intrigada pelas complexas. Costuma dizer que adora um sol, mas não dispensa os dias nublados.

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